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Após a apresentação do logótipo da candidatura ibérica à organização do Mundial de 2018 ou 2022, o seleccionador nacional Carlos Queiroz manifestou o desejo de voltar a orientar a equipa das ‘quinas’ num campeonato do Mundo realizado em Portugal, recordando o título conquistado ao serviço dos sub-20 em 1991.

«Já não era a primeira vez. Seria o repetir da experiência de 1991 de organizar e jogar um campeonato do Mundo em casa. Importante é que Portugal ganhe esta candidatura, esteja nesse Mundial e seja sempre um candidato a um dos melhores lugares do Mundo. No final, haverá outros que tentarão ser primeiros mas, quando somos campeões nas atitudes, à partida é meio caminho andado para podermos ganhar», referiu Carlos Queiroz, mostrando-se «optimista» na recuperação de Cristiano Ronaldo para o play-off de acesso ao Mundial da África da Sul com a Bósnia.

(A Bola)

O Secretário de Estado do desporto, Laurentino Dias, alertou para o facto de a candidatura de Portugal e Espanha ao Mundial de futebol de 2018 ou 2022 tem «adversários muito fortes», porém reconheceu que a organização ibérica é de ter em conta.

«Esperemos que a candidatura portuguesa e espanhola possa ser ganhadora, embora tenha dificuldades por ter adversários muito fortes. Mas entendemos que é uma candidatura que merece a pena», referiu Laurentino Dias em declarações à TSF.

Porém, o Secretário de Estado não deixou de alertar a Federação portuguesa de futebol que esta é um dos poucos organismos que ainda não aprovou o novo regime jurídico: «Estou em crer que o futebol vai perceber que não pode jogar sozinho, não pode ser excepção nem ser diferente. Tem que aprovar e respeitar a legislação em vigor.»

(A Bola)

Carlos Queiroz está entusiasmado com a possibilidade de Portugal e Espanha virem a receber o Mundial de 2018 ou 2022. O selecionador nacional promete dar o apoio da forma “que for possível”, comentando: “Competir pela organização de um Campeonato do Mundo é como competir dentro de campo. Batemo-nos com os melhores para ser os campeões do Mundo ao nível da organização”.

O treinador de 56 anos não se amedronta face à presença de outras candidaturas, mostrando-se muito confiante. “Portugal deve querer sempre estar entre os melhores do Mundo em todas as áreas. Há que fazer deste um objetivo comum a todos os portugueses, algo em que nos devemos empenhar”, explicou. Para ele próprio seria uma boa experiência: “Não seria a primeira vez que acontecia comigo. Era a possibilidade de ter a organização de um campeonato do mundo em casa, como aconteceu 1991. Foi uma experiência muito gratificante”.

(Record)

O logótipo da candidatura ibérica ao Mundial de 2018 ou 2002 de futebol foi apresentado esta quinta-feira em Lisboa e simboliza uma vontade única de Portugal e Espanha chegarem a Dezembro de 2010 como a candidatura vencedora.

(Record)

O logótipo da candidatura ao Mundial de 2018 ou 2022 foi apresentado, esta quinta-feira, na sede da Federação Portuguesa de Futebol. Segundo Gilberto Madaíl, o logótipo transmite uma ideia de «união e vontade» entre dois países.

O logótipo da candidatura ao Mundial de 2018 ou 2022 foi apresentado, esta quinta-feira, na sede da Federação Portuguesa de Futebol.

Das seis empresas ibéricas que apresentaram ideias, o logótipo apresentado por uma empresa portuguesa acabou por ser o escolhido.

Vermelho, verde e amarelo, cores comuns às duas bandeiras e que estão devidamente apresentadas no logótipo que assume uma forma redonda, simbolizando o mundo do futebol e a paixão que une dois povos.

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Segundo Gilberto Madaíl, presidente da FPF, o logótipo transmite uma ideia de «união e vontade» entre dois países.

(TSF)

O logótipo da candidatura ibérica ao Mundial 2018/2022 foi apresentado esta quinta-feira, na sede da Federação Portuguesa de Futebol. O símbolo pretende representar a «fusão de dois países através da paixão pelo futebol».

Inspirado na obra de um artista luso e outro castelhano – no caso, José Guimarães e Miró – o logótipo da candidatura ibérica procura «exprimir a vontade ganhadora de duas nações que se unem para conseguir um objectivo comum».

Pelo menos, foi assim que o apresentou Eugénio Chorão, director-geral da Euro RSCG Design&Arquitectura, empresa que criou o desenho escolhido pela organização.

Para Gilberto Madaíl, a «ideia de união» que o desenho transmite foi mesmo o elemento decisivo na escolha, já que, diz, é esse o espírito que atravessa toda a candidatura.

Agora, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol quer concentrar-se na «definição de algumas questões internas», nomeadamente com o Governo português, para começar o trabalho de organizar uma candidatura vencedora.

«Há que trabalhar, trabalhar, trabalhar», disse Madaíl.

Também o presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Angel María Villar, sublinhou a dificuldade do desafio a que as duas federações se propõem, mas mostrou-se confiante num final bem sucedido.

Por um lado, porque «há instituições que vêem com extraordinária simpatia esta única candidatura ibérica», por outro, porque Villar crê que Portugal e Espanha podem «dar um grande serviço à grande família do futebol mundial».

(A Bola)

O logótipo da candidatura ibérica à organização do Mundial de 2018 ou 2022 será apresentado oficialmente na próxima quinta-feira, pelas 12.30 horas, na sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), em Lisboa.

O logótipo, de acordo com nota publicada no site oficial da Federação Portuguesa de Futebol, foi concebido pela Euro RSCG Design & Arquitectura e escolhido entre várias propostas de empresas portuguesas e espanholas, tendo já sido aprovado pela FIFA.

Na cerimónia de apresentação estarão presentes o presidente da FPF, Gilberto Madail, o seu homólogo da Federação espanhola, Angel María Villar, assim como o director-geral da Euro RSCG Design & Arquitectura, Eugénio Chorão.

(A Bola)

O logótipo da candidatura ibérica à organização do Mundial 2018/2022 será apresentado oficialmente, em conferência de imprensa, a realizar a 29 de Outubro, às 12.30, na sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa.

Estarão presentes na cerimónia o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, o presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Angel María Villar, e o director-geral da Euro RSCG Design & Arquitectura, Eugénio Chorão, empresa responsável pela criação do logótipo.

(Record)

Selon la BBC, le comité de candidature de l’Angleterre pour le Mondial 2018 avait l’intention d’offrir des sacs à main de luxe aux compagnes de hauts responsables de la fédération internationale (Fifa). Face à la polémique, le comité s’est empressé vendredi de répondre aux critiques. «Nous travaillons dans le cadre des règles. Il n’y a aucune raison d’être gênés. Il y a des règles mises en place par les instances dirigeantes. La question est de savoir si nous les respectons. C’est le cas. Tous nos cadeaux sont choisis avec soin afin de répondre à la lettre et à l’esprit de la règle», a affirmé Richard Caborn, membre du comité de candidature. La BBC a révélé que 24 sacs à main, d’une valeur unitaire de 230 livres (environ 250 euros), avaient été acquis par le comité de candidature afin de les offrir aux compagnes de membres du comité exécutif de la Fifa durant la campagne.

(L’Équipe)

José Luís Arnaut defendeu esta terça-feira a integração de mais estádios portugueses na candidatura ibérica à organização da fase final do Mundial2018/22 de futebol e considerou que a existência de apenas três recintos nacionais diminui o nosso país.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Comissão do Desporto e da Juventude do Conselho da Europa disse que não deseja ver Portugal “diminuído a três estádios” (Luz, Alvalade e Dragão) e sublinhou que não há na candidatura conjunta “um princípio de igualdade”.

“Ou é um candidatura conjunta ou não é. Sendo conjunta, como eu desejo que seja e como todos nós desejamos, Portugal, sendo um estádio soberano, deve ser um parceiro e mantermos a nossa posição. Não percebo por que é que Portugal tem de ficar apenas com três estádios seleccionados, cabendo-lhe apenas alguma vintena de jogos. limitativo, tanto mais que limitar a três estádios é limitar uma candidatura não de Portugal, mas de Lisboa e Porto”, acentuou.

Arnaut, ministro com a tutela do desporto na fase final do Euro’2004 em Portugal, que recordou ter sido “o melhor de sempre”, salientou que o nosso país comparticipa “com 40 por cento nas despesas”, esperando a existência da “correspondente contrapartida”.

Defendendo uma candidatura “séria” e “bem estruturada”, José Luís Arnaut disse que não espera que o processo de intenções ibérico, apresentado na FIFA esta terça-feira, “se restrinja a uma candidatura de Espanha mais Lisboa e Porto”, para que não seja “um campeonato de Espanha, a que estão associadas duas cidades, Lisboa e Porto”.

“Penso que nós temos provas dadas no Euro’2004, que foi o melhor Euro desde sempre, e que todas as regiões do país, quer em Braga, quer em Faro, quer noutras regiões, responderam e souberam estar à altura. Temos infra-estruturas e estamos preparados, com a nossa capacidade de organização e a segurança que nós conseguimos dar, que é muito importante. Nesta matéria, não estamos a aprender como a Espanha está, seguramente. E trazemos a esta candidatura as nossas credencias e essa é uma mais valia que nós não devemos descurar”, frisou.

Por isso, Arnaut defendeu a possibilidade de a candidatura “implicar mais estádios e mais jogos”, na sequência das declarações de Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que admitiu integrar o Estádio de Braga e o Estádio Intermunicipal Faro/Loulé, no Algarve.

“Obviamente que será uma candidatura mais equitativa e mais ibérica se assim se pode dizer e vem corresponder àquilo que eu acho que é o princípio da igualdade que tem de estar presente nesta organização”, notou.

(Record)

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